quarta-feira, 15 de setembro de 2010

PROJETO DE LEITURA



COLÉGIO ESTADUAL DOM JOÃO MUNIZ




ESTIMULANDO A LEITURA E A ESCRITA ATRAVÉS DAS MÍDIAS







Professora:
Eugênia Maria Fagundes Flôres Silva



Santana
2010






APRESENTAÇÃO


O projeto de trabalho que tem como tema "Estimulando a leitura e a escrita através das mídias”, será ministrado pelos docentes do Ensino Médio da Rede Pública Estadual de Santana, professoras Eugênia Maria Fagundes Flôres Silva, Maristela Marques Guedes, Maria do Socorro Lopes Araújo e Sandra Alves da Silva sobre a Coordenação da Articuladora de Língua Portuguesa Márcia Pereira Santos e as Coordenadoras de Laboratório de Informática Cristina Almeida Maciel e Magna Fabíola Batista Bispo. Este projeto será realizado no Colégio Estadual Dom João Muniz, com carga horária de 100 horas, no período de 04 de outubro a 01 de novembro de 2010, tendo como público alvo os alunos do 2º ano do Ensino Médio. Cada turma será constituída de 40 alunos. O mesmo enfatizará a Importância da Leitura e o avanço Tecnológico que abrange os aspectos literários e culturais, em que os educandos participem do processo de ensino-aprendizagem, refletindo sobre a sua responsabilidade em relação à leitura midiática.



JUSTIFICATIVA

Este projeto nasceu da inquietação que vimos sentindo pela observação e convívio com os alunos do Ensino Médio do Colégio Estadual Dom João Muniz. Apesar de seu crescimento em décadas recentes, a educação no Brasil sofre de tal desordem e tão baixa produtividade que nos sentimos desafiados a realizar pesquisas de campo para analisar e encontrar soluções para essas deficiências em todo processo ensino-aprendizagem. O primeiro passo para tentar sanar tais problemas é tenta chegar às raízes históricas dessas deficiências. Procurando evoluir, percebemos a importância da leitura, da escrita no dia-a-dia e do uso das tecnologias em todas as atividades educacionais. O incentivo à leitura à escrita e ao uso das tecnologias representa, portanto, um objetivo básico de todo sistema educativo.
Percebemos que o modo como estamos trabalhando a leitura e a escrita com os nossos alunos são ineficazes, provavelmente, devido ao caráter opressor que é imposto nas escolas. Então pretendemos utilizá-las aliada à tecnologia para que os estudantes voltem a se sentir motivados para o uso das mesmas, pois acreditamos que elas sejam ferramentas importantes no ensino da língua materna.
As utilizações de leituras diversas e de tecnologias aguçam a curiosidade e a criticidade, além disso, podem ser utilizadas tanto como reforço de pontos específicos do programa como para propiciar exemplos de aplicação dos conceitos teóricos desenvolvidos em aula.
O uso da leitura e das tecnologias no desenvolvimento de projetos de trabalhos, no nosso entender, é mais do que aderir a um recurso metodológico, a um modismo ou a um instrumental de trabalho. Ao fazermos a opção do uso da leitura e da escrita através das mídias como construção de conhecimento, estamos assumindo nossa condição de seres históricos em permanente processo de construção e reconstrução. Somos seres dinâmicos, não podemos renunciar à nossa capacidade de pensar, de comparar, de escolher, de decidir, de projetar , de sonhar e de avançar.
Na abertura do novo, no desejo de ser mais, na inquietude, no perguntar, estão as marcas iniciais do trabalho com a leitura e as mídias. Dar vazão, estimular, possibilitar a essas marcas iniciais novas aberturas, novos desejos, novos contornos, mais inquietudes, outras perguntas; sem dúvida, é a condição, de fato, para a assunção de uma prática educativa transformadora.
Na escola deve emergir o desafio da leitura e da escrita através das mídias. A leitura deve está na raiz da consciência crítica questionadora, desde a recusa de ser massa de manobra, objeto dos outros, matéria de espoliação, até a produção de alternativas com vistas à consecução de sociedade pelo menos mais tolerável. Entra aqui o despertar da curiosidade, da inquietude, do desejo de descoberta e criação, sobretudo atitude política emancipatória de construção do sujeito social competente e organizado.
Apesar do destaque nos últimos tempos dado à necessidade de se adquirir o hábito da leitura, ainda se percebe que nas escolas, a leitura tem caráter secundário. Porém à medida que a humanidade evolui, os desafios tornam-se cada vez mais difíceis, e como não poderia deixar de ser, essa evolução depende muito da educação, portanto devemos buscar cada vez mais ferramentas capazes de nos colocar nas vanguardas das soluções, e por esse motivo propomos as mais variadas formas de explorações textuais na relação ensino aprendizagem como instrumento de apoio o laboratório de informática.
Partindo da realidade sócio-cultural dos educandos em relação ao processo ensino e aprendizagem, verificamos que é necessário repensarmos na educação do futuro como formação do conhecimento e não apenas como informação. Partindo dessa realidade, consideramos imprescindível elaborar este projeto, com a intenção de formarmos sujeitos do conhecimento despertando nos alunos o prazer pela leitura. O presente projeto parte da necessidade de efetivação do uso da língua materna, para a ampliação de novos conhecimentos e oportunidades. Para tanto, ressaltamos o uso das Tecnologias de informação e Comunicação (TIC); considerando o momento histórico atual em que o uso desses recursos torna-se imprescindível para a democratização dos saberes elaborados historicamente.






PROBLEMATIZAÇÃO

Ensinar é organizar situações de aprendizagem. A criação de ambientes de aprendizagem, com a presença das tecnologias, significa utilizá-las para a representação, a articulação entre pensamentos e a realização de ações que podem ser depuradas e reformuladas com vistas a novos patamares de compreensão.
Em um projeto que envolve leitura e o uso das mídias levantaremos as seguintes questões?


• Porque a escola não está se preocupando como deve com o hábito de leitura.
• Qual o objetivo da leitura do Ensino Médio?
• Que visão os alunos tem de leitura?
• O que se deve fazer para mudar esta realidade?
• Quais os programas e projetos existentes na escola?
• Quais as tecnologias utilizadas?
• Como são utilizadas e por quem?
• Existe um planejamento para a utilização viável no desenvolvimento de práticas pedagógicas integradoras das diferentes mídias?



LINHA CENTRAL
Durante a intervenção deste projeto serão realizadas atividades que contribuam para que o aluno faça uma análise e compreensão da diversidade de texto nas mídias; imagens, fotos, cartazes, propagandas, imagens digitais e virtuais e recursos auditivos. Com criticidade dos conteúdos propiciarem ao aluno progressiva autonomia, em que o mesmo possa conscientemente elaborar conceitos e perceber os diversos posicionamentos ideológicos que se manifestam na sociedade.


OBJETIVO GERAL

• Desenvolver o gosto pela leitura em suas diferentes formas de apresentação, em especial pelo uso das mídias como recurso, de forma a construir sentidos nos conteúdos das diversas áreas do conhecimento.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

• Apreciar a diversidade da língua escrita interagindo com criticidade e discernimento;
• Trabalhar em equipe com respeito e responsabilidade;
• Ouvir leituras dos colegas através da mídia;
• Utilizar-se dos recursos midiáticos de forma crítica e criativa;
• Produzir textos orais e escritos, partindo das experiências de uso das Tecnologias da Informação e Comunicação;
• Aprimorar, pelo contato com os textos literários, a capacidade de pensamento crítico e a sensibilidade estética, bem como propiciar pela Literatura a constituição de um espaço dialógico que permita a expansão lúdica da oralidade; da leitura e da escrita;
• Reconhecer a importância da norma culta da língua, de maneira a propiciar acesso aos recursos de expressão e compreensão de processos discursivos, como condição para tornar o aluno capaz de enfrentar as contradições sociais em que está inserido e para a afirmação da sua cidadania, como sujeito singular e coletivo.

Intervenção

Intervenção I - Aplicação de um questionário em que os alunos manifestam as suas preferências as crenças e dificuldades quanto à leitura/escrita:
• Entregar a cada aluno uma folha do questionário para ser respondido contendo as questões:
• O que você ler no cotidiano?
• Em que momento do seu dia você ler?
• Como e onde você lê (deitado, sentado; em ambiente tranquilo, agitado; no ônibus, na fila do banco)?
• O que gosta de ler?
• Quais são suas lembranças em ralação à leitura/escrita?
• Quando escreve? Por que escreve? Como escreve? O que gosta de escrever?
• Quais os usos da escrita que são comuns na sua comunidade?
• Para que você lê ou escreve?
• Você tem familiaridade com o computador?
• Você já fez acesso à internet?

Intervenção II - Leitura de crônicas extraídas de jornais:
• Dividir a sala em 4 grupos e passar para cada grupo uma crônica extraída de um jornal.
• Leitura do texto pelo grupo.
• Escolher um aluno de cada grupo para passar o enredo da crônica do seu grupo para a turma.
• Após a apresentação de todos os grupos, listar com os alunos as características de uma crônica
• Pesquisar uma crônica na Internet para fazer uma leitura virtual.
• Fazer um posicionamento crítico sobre o texto.
Intervenção III
• Dividir a sala em 6 grupos e distribuir revistas a cada grupo.
• Pedir a cada grupo que retire uma propaganda da revista.
• Comentar com a turma as características do texto publicitário. (Persuasão, argumentação, linguagem clara direta enxuta)
• Fazer a leitura visual da gravura da propaganda.
• Pedir a cada grupo que crie uma propaganda usando apenas a linguagem verbal
• Usar a rádio da escola para fazer a leitura da propaganda criada pelo grupo.



Intervenção IV
• Fazer a leitura do livro “Crepúsculo”.
• Entrar no blog de comentários deste livro e dar sua opinião sobre o mesmo.

Intervenção V
• Dividir a sala em 4 grupo para criarem um telejornal-Repórter por um dia
• Cada grupo ficará responsável pelo conteúdo a ser apresentado.
• Fazer a gravação com uma câmara digital.
• Apresentar o programa na sala para a turma.

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO PROJETO
Com base na LDB 9394/96 a avaliação será processo e contínua, prevalecendo os aspectos qualitativos sobre os quantitativos e as atividades realizadas no processo.
Levaremos em considerações as leituras e escritas feitas durante o projeto, o uso do computador para avaliarmos a superação das dificuldades quando à leitura e o acesso à internet pelos educandos.
O que propomos não é uma tarefa simples, pois iremos aos deparamos com diversos obstáculos ao longo do caminho, tornando-se indispensável no respeito ao ritmo de cada aluno, a atenção para os “pequenos progressos” sensibilidade para avaliar os reforços desprendidos, e, sobretudo capacidade de re-elaborar formas produtivas de reorientar o trabalho com os alunos, valorizando os conhecimentos prévios que eles possuem.
Ao final do projeto, toda a comunidade escolar terá oportunidade de avaliar os resultados obtidos, ou seja, os avanços pessoais e coletivos que ocorreram no domínio da leitura, da escrita, do acesso à internet, especialmente daqueles que apresentaram inicialmente dificuldades na questão, além da aquisição de atitudes e valores éticos.




REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BAKHTIN, Mikhail. Estética da Criação Verbal. 4ª ed. Martins Pena, São Paulo: 2003.

Diretrizes Curriculares da Rede Pública de Educação Básica do Estado do Paraná. Língua Portuguesa. Secretaria de Estado da Educação, Curitiba: 2006.

GASPARIN, João Luiz. Uma Didática para a Pedagogia Histórico-Crítica. 2ª ed. Campinas, SP: Autores Associados, 2003.

GERALDI, João Wanderley (Org). O Texto na Sala de Aula. Ática, São Paulo: 1997.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Desfile 7 de Setembro 2010

No dia 7 de setembro de 2010,na cidade de Santana/Ba,
aconteceu um grande desfile que reuniu as escolas
 da rede estadual, municipal e particular .
Esses são os alunos do Colégio Estadual Dom João Muniz.

Calendário de Atividades da Escola Ano-2010



1.FEVEREIRO
DIA 08/08 –Encontro Pedagógico
09,10,11 – Jornada Pedagógica
22/02 – Aula Inaugural
2.MARÇO
06 e 20 – Sábado no Cinema
08 – Dia Internacional da Mulher
05 e 26 – Recreio Cultural
21 – Dia Internacional Contra a Discriminação Racial
10 e 25 – Elaboração do Novo do Projeto Político Pedagógico
26 – Implantação da Rádio na Escola
3.ABRIL
01 A 18 – Estruturação e Planejamento dos Projetos da SEC (FACE e TAL)
10 E 24 – Sábado no Cinema
19 a 30 –Inscrição das Criações Artísticas do FACE e do TAL na escola
30 – Conselho de Classe
4. MAIO
03 a 28 - Realização do FACE  e do Tal na Unidade Escolar
07 e 21 - Momento Cultural
07 - Homenagem às Mães
08 - Sábado no Cinema
03 a 28 - FACE e TAL
5.JUNHO
01 a 05 - Semana do Meio Ambiente
11 - Festa Junina
04 e 25 - Recreio Cultural
6.JULHO
09 - Recreio Cultural
16 - Conselho de Classe
7.AGOSTO
06 e 27 - Recreio Cultural
11 - Dia do Estudante
13 - Dia dos Pais
20 à 21 - Semana do Folclore
8.SETEMBRO
07 - Independência do Brasil
03 e 24 - Recreio Cultural
9.OUTUBRO
14 - Conselho de Classe
15 - Comemorações Dia do Professor
01 e 29 - Momento cultural
23 - Sábado no Cinema
10.NOVEMBRO
03, 04 e 05 – Simulado
06 - Sábado no Cinema
12 e 26 - Recreio Cultural
20 - Dia da Consciência Negra
11.DEZEMBRO
10 - Dia da Declaração dos Direitos do Homem
16 - Término do Período Letivo
17 - Resultados Parciais do Rendimento Escolar dos Alunos
27 - Conselho de Classe
20 a 30 - Estudos de Recuperação e Avaliação Final


PERFIL DA COMUNIDADE DE ENTORNO

O Colégio Estadual Dom João Muniz está localizado na Travessa São Vicente de Paula, Centro, uma das ruas mais importantes da cidade cujos moradores exercem as mais variadas profissões: médicos, bancários, pequenos empresários, professores, autônomos, etc. Residem em moradias razoavelmente confortáveis. A estrutura urbana oferece água encanada eletricidade, saneamento básico e calçamento a todos os moradores. O atendimento médico prestado aos alunos torna-se bem acessível uma vez que o Hospital Municipal e o Posto de Saúde da cidade localizam-se nas imediações da escola. Apesar de ter uma boa estrutura, a rua não oferece muitas opções de lazer adequadas para os jovens, contando apenas com uma quadra poliesportiva e uma academia, sendo esta última particular e muito procurada pelos moradores da cidade por ser a única.

Por ser um centro residencial, há apenas dois pontos comerciais nas proximidades da escola, uma panificadora e um pequeno armazém. Nas proximidades da escola está localizado o maior bairro da cidade, o Bairro São João. É um bairro que abriga pessoas das mais diversas classes sociais, principalmente moradores carentes, inclusive já se fala em tráfico de drogas nesse local, mas a escola ainda não foi afetada.

Vale ressaltar que a escola recebe um pequeno número de alunos provenientes desse bairro, por isso a participação da comunidade de entorno é insignificante nas atividades promovidas pela unidade escolar, ficando restrito aos pais de nossos alunos.Conforme já foi citado anteriormente, nossos alunos, em sua grande maioria, são provenientes do meio rural

PERFIL DOS ESTUDANTES

Há uma enorme diversidade no alunado do Colégio Estadual Dom João Muniz nos três turnos de funcionamento. No turno matutino encontram se alunos da cidade com situação sócio-econômica favorável, um bom nível de aprendizagem, com intenções de participarem de avaliações externas como o ENEM e o PAS, a fim de ingressar no ensino superior. Neste mesmo turno estão presentes alunos de várias localidades rurais (Cipó, Sítio do Meio, Nova Glória, Riachão).São alunos que trazem um nível de aprendizagem relacionado com a sua localidade rural. No período vespertino estão presentes alunos de outras localidades rurais ( Cana Brava, Pedra Preta, Cedro, Umburana, Neves, Coqueiro e Areão), estes também trazem um nível de aprendizagem muito relacionado com a sua localidade. No período noturno a grande maioria dos estudantes divide os estudos com o trabalho informal, principalmente o trabalho braçal, o que exige ações pedagógicas diferenciadas, já que os mesmos não têm disponibilidade para as atividades extraclasse. Há alunos com problemas de desnutrição, proveniente de lares desfeitos ou desestruturados pela falta de emprego ou atividade econômica, alcoolismo e alguns com problemas de depressão e poucos com transtorno bipolar. Esse contexto de tanta diversidade transforma direção e professores em verdadeiros heróis, que mesmo sem a ajuda de um coordenador pedagógico e de um psicólogo vêm se esforçando para trabalhar de modo diversificado, atendendo assim, tantas demandas em busca da inserção de todos no meio social.
Esta Escola conta com dois programas de ensino: o de aceleração de estudos, Termo Formativo III e o Ensino Médio Regular. O Tempo Formativo III procura atender à defasagem idade/série e a evasão do período noturno, característica muito presente entre nossos alunos.

ESTRUTURA FISICA DA ESCOLA

O Colégio Estadual Dom João Muniz encontra-se instalado num prédio com a seguinte estrutura física: 7 salas de aula, 1 laboratório de informática (sala adaptada), 1 pequeno depósito, 1 pequena cantina, 2 sanitários para alunos, 1 professores, amplo pátio descoberto e corredor. Entre as 7 salas 5 são amplas e 2 de tamanho bem reduzido.
Conforme visão da fachada da escola, através da foto abaixo, observa -se que se trata de um prédio pequeno,com necessidade urgente de reforma e ampliação.



Quadro 3 – Recursos da unidade escolar
Tipo do recurso Descrição Quantidade
Equipamentos Antena parabólica 1
TV Pendrive 8
Retro-projetor 1
Amplificador de som 1
Impressora matricial Epson LX 300 2
Microsistem 1
Aparelho DVD 1
Impressora a Laser, Copiadora (SCX-4200) 1
Material didático Torso Humano 1
Barsa 1
Livros paradidáticos 100
DVDs 50
Mapas 30
Dicionário Aurélio 1
Mobiliário Cadeiras/mesas 610
Raque 11
Estantes 12
Freezer 1
Geladeira 1
Fogão Industrial 1

. CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA

A escola foi criada em 1967, com o nome de Grupo Escolar Dom João Muniz, em homenagem a Dom João Batista Muniz, bispo que lutou no combate contra várias doenças contagiosas na região e colaborou no desenvolvimento e progresso da Região do Norte para o Sul da Bahia.
A Escola começou seus trabalhos pedagógicos com alunos da 1ª à 4ª serie.
Em 2001a escola passa a ofertar a 5ª série do Ensino Fundamental e no ano de 2002, de 5ª à 8ª recebendo a denominação de Escola Estadual Dom João Muniz.
Em 26/09/2006, com autorização para funcionamento do Ensino Médio, a denominação da escola passa para Colégio Estadual Dom João Muniz.
Em convênio de ação e parceria com a Secretaria Municipal de Educação,, foi autorizado para esta Unidade Escolar o funcionamento de Curso de Extensão na localidade de Porto Novo.
Com o objetivo de corrigir a evasão no período noturno, no ano de 2010, foi implantado o Tempo Formativo III. A escola, portanto, oferece o Ensino Médio Regular nos três turnos e o Tempo Formativo III no noturno
Quadro 1 – Dados cadastrais da unidade escolar
Unidade escolar COLÉGIO ESTADUAL DOM JOÃO MUNIZ
Endereço TRAVESSA SÃO VICENTE DE PAULA, 325, CENTRO
Telefones (77)3484-2572
E-mail COLÉGIODOMJOAOMUNIZ@IG.COM.BR
Home-page Não tem
Cadastro no MEC/Inep 29016207
Autorização de funcionamento D.O. 26 DE SETEMBRO DE 2006-PORT. 005664/506
Classificação IDEB Não tem
Modalidades de ensino ENSINO MÉDIO REGULAR E TEMPO FORMATIVO III
Quantitativo de alunos 560





2.1 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA ESCOLA
Equipe Gestora:
Secretária Escolar
Corpo Docente
Auxiliar Administrativo
Merendeira
Porteiros
Zeladores
Equipe Gestora- Esta equipe já vinha atuando desde 2007. No ano de 2008, passou por uma seleção no curso de Gestão, sendo eleita no mesmo ano pela comunidade escolar através da eleição para diretores. É uma equipe que trabalha em parceria, buscando atingir os objetivos propostos pela escola.
Secretária Escolar - Responsável pelo serviço de escrituração e documentação escolar, organização da vida funcional, discente e técnico-administrativo, bem como arquivo e expedição de correspondência oficial do Colégio.
Corpo Docente - O trabalho de professor inclui ações como: orientar os alunos, gerir a classe, promover o processo ensino aprendizagem, participar das reuniões e das festividades da Escola, planejar, avaliar, dentre outras funções que propiciem a ação educativa.
Auxiliar Administrativo - Vinculada à Direção e à Secretária a equipe técnico-administrativa é responsável pela execução de tarefas de natureza burocrática.
Merendeira - Executa, sob orientação, as tarefas relativas a confecção da merenda escolar de acordo com o cardápio pré-estabelecido. Exerce vigilância técnica sobre a condimentação e cocção de alimentos, mantendo-os livre de contaminação ou deterioração.
Porteiro - Controla a entrada e saída de funcionários e alunos sendo responsável pela segurança de toda escola.
Zelador - Zela pela limpeza e conservação das dependências da escola. Mantém vigilância sobre as redes de instalação elétrica, hidráulicas, sanitárias e de defesa contra incêndio.



Quadro 2 – Quadro funcional
Nome Cargo Formação básica Especialização (ões) Carga horária Turno
de
trabalho Vínculo
Cleonice A. da S. Queiroz Prof. Licenciada em Matemática - 40h Mat./Vesp Efetivo
Elieide da S. S. Tonhá Prof. Licenciada em Filosofia - 20h Not Reda
Eliene C. dos Santos Prof. Cursando (Licenciatura em Mat.) - 20h Mat Reda
Eliene Silva de Oliveira Diretora Licenciada em Letras - 40h Mat./Vesp/Not. Efetivo
Eugênia Mª F. F. Silva Prof./
Vice-Diretora Licenciada em Letras Pós Graduação em LPLB 40h Mat./Vesp Efetivo
Evânio de Jesus Santos Prof. Magistério - 20h Not Reda
Lauro Braz de Souza Prof. Magistério - 20h Vesp Reda
Marcelo Silva Alves Prof. Licenciado em Biologia - 20h Not Reda
Márcia Pereira Santos Prof. Licenciada em Letras Pós Graduação em Inglês como Língua Estrangeira 40h Mat./Vesp Efetivo
Mª da Conceição O. Queiroz Prof./
Vice-Diretora Licenciada em Letras - 40h Mat./Not Efetivo
Mª do Socorro da S. Lopes Araújo Prof. Licenciada em Letras Pós Graduação em LPLB 40h Mat./Not Efetivo
Maristela Marques de O. Guedes Alves Prof. Cursando (Licenciatura em Letras) - 40h Vesp/Not Efetivo
Maristela O. de Souza Prof. Licenciada em Biologia - 20h Vesp Reda
Naída Flores Brandão Prof. Magistério - 40h Mat./Vesp Efetivo
Pedro A. Pereira Filho Prof. Cursando (Licenciatura em Mat.) - 20h Not Reda
Rita Maria de C. Melo Prof. Magistério - 20h Mat Efetivo
Rolando Pecoraro Junior Prof. Bacharel em Administração - 20h Mat Reda
Sandra Alves da Silva Prof. Licenciada em Letras Pós Graduação em LPLB 20h Vesp Efetivo
Tânia Mª de Jesus Araújo Prof. Cursando Administração - 20h Vesp Reda
Valéria Cardoso Santos Prof. Cursando (Licenciatura em História) 40h Mat./Vesp Efetivo
Vanusa Mudesto dos S. Cavalcante Prof. Licenciada em Biologia - 40h Mat./Not Efetivo